Valorização: João Daniel participa de reunião com prefeito de Socorro para tratar sobre situação de engenheiros


Aracaju, 21 de março de 2017

 

 

Atendendo a uma solicitação do deputado federal João Daniel (PT/SE), o prefeito de Nossa Senhora do Socorro, Padre Inaldo, recebeu o presidente do Sindicato dos Engenheiros de Sergipe (Senge), Carlos Magalhães (Magal), e o presidente da Associação Brasileira dos Engenheiros Civis em Sergipe (ABENC/SE), Wilman Santos. O encontro teve como objetivo discutir com o gestor municipal a implementação do salário mínimo profissional para os engenheiros, arquitetos e agrônomos que estão trabalhando em Socorro.

 

Segundo o deputado João Daniel, essa é uma reivindicação justa, que busca a valorização dessa categoria profissional que desempenha importante papel no desenvolvimento dos municípios, estados e do país. Durante a reunião, o presidente do Senge ressaltou a importância da lei 4.950-A/1966 – que implementa o piso inicial dos engenheiros e de outras categorias – para a valorização de uma categoria que está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento das cidades.

 

“Para nós, é de extrema importância pensarmos na valorização de um exercício profissional que é fundamental para o desenvolvimento de um país. Não se pode pensar em uma política de infraestrutura, habitação e urbanização sem a figura de um engenheiro ou engenheira”, ressaltou Magal. A partir dessa demanda, o prefeito Padre Inaldo pediu ao secretário de Administração do município de Socorro, Bruno Henrique Santana, um estudo sobre o impacto da adoção do salário mínimo profissional ao orçamento do município, mas, de forma inicial, já sinalizou de forma positiva ao pleito dos engenheiros.

 

Na avaliação do presidente do Senge, a reunião foi um marco para a categoria em Sergipe. “É a primeira vez que a gestão do Senge consegue sensibilizar um governo municipal a atender o pleito do salário mínimo profissional”, destacou Carlos Magalhães. O Salário Mínimo Profissional, estabelecido pela lei 4.950/1966, define um valor mínimo para a remuneração de profissionais de engenharia, química, arquitetura, agronomia e veterinária. Para o ano de 2017 seu valor está estipulado em R$ 5.622,00 para uma carga horária de seis horas diárias e R$ 7.964,50, para uma carga horária de oito horas diárias.

 

Por Edjane Oliveira, da Assessoria de Imprensa