Assinatura de acordo de cooperação técnica sobre povos tradicionais é destacado por João Lula Daniel


Aracaju, 05 de junho de 2018

 

 

Ao registrar a realização de mais uma reunião do Fórum dos Gestores e Gestoras Estaduais Responsáveis pelas Políticas de Apoio à Agricultura Familiar no Nordeste e em Minas Gerais, o deputado federal João Lula Daniel (PT/SE) parabenizou esses gestores por uma importante iniciativa tomada durante o encontro realizado na última semana, em Belo Horizonte (MG). Na oportunidade, foi feita a assinatura do termo de Acordo de Cooperação Técnica sobre Povos e Comunidades Tradicionais, envolvendo seis estados: Sergipe, Bahia, Ceará, Piauí, Maranhão e Minas Gerais.

 

Esse termo é um importante instrumento para promover políticas públicas de interesse comum que visem promover o bem viver dos povos e comunidades tradicionais, em especial a regularização fundiária coletiva dos seus territórios e a inclusão produtiva destes povos. O deputado lembrou que a assinatura desse termo acontece num momento em que várias lideranças quilombolas, indígenas, militantes de movimentos sociais do campo estão sendo atacadas e, em muitos casos, tendo suas vidas ceifadas. A assinatura desse instrumento deve ser celebrada com muita alegria por todos que lutam.

 

“Em nome da secretária de Agricultura de Sergipe, Rose Rodrigues, gostaria de saudar todos os gestores do Nordeste e parabenizá-los pelas iniciativas em defesa da agricultura familiar, da reforma agrária, dos povos indígenas e das comunidades quilombolas e que este fórum tenha muita força e firmeza”, disse João Daniel, em discurso na Câmara nesta terça-feira, dia 5.

 

Durante a última reunião do fórum, outra importante inovação foi a criação do Grupo de Mulheres do Fórum, onde, após a sua realização, o título do Fórum foi alterado para “Fórum dos Gestores e Gestoras Responsáveis pelas Políticas de Apoio à Agricultura Familiar no Nordeste e em Minas Gerais”, dando visibilidade ao protagonismo feminino e avançando na construção de políticas públicas de desenvolvimento rural sustentável e solidário, evidenciando a mulher e na discussão da perspectiva e desafios na gestão cujo eixo articulador seja a equidade de gênero.

 

Foto: Ascom Seagri