João Daniel debate em audiência em Brasília situação de área ocupada no 17 de Março


Aracaju, 25 de fevereiro de 2015

Na manhã dessa quarta-feira, dia 25, o deputado João Daniel (PT/SE) participou de audiência, juntamente com os movimentos sociais, a representante do governo do Estado no escritório em Brasília, Conceição Vieira, o prefeito de Aracaju, João Alves Filho, e representantes da Central de Movimentos Populares nacional e estadual, com o secretário-adjunto da Superintendência de Patrimônio da União (SPU), Patrick Carvalho. O encontro girou em torno da área pertencente à União, no bairro 17 de Março, em Aracaju, conhecida como “Cabo do Revólver”.

 

Com relação a essa área existe várias reivindicações, entre elas a das mais de 1.500 famílias do Movimento Organizado dos Trabalhadores Urbanos (Motu) que reivindicam esse espaço que ocupam desde julho de 2014. Na audiência ficaram claros três pontos importantes. A questão de interesse social para habitação social, a questão ambiental, porque nesta área há nascentes, riachos e mangabeiras nativas. Além disso, os movimentos reivindicam infraestrutura para a região.

O deputado federal João Daniel mais uma vez declarou seu apoio à luta por moradia e garantiu que vai continuar acompanhando de perto esse assunto, até que se chegue a uma solução. “Acompanho essa área em questão desde o início do governo Marcelo Déda, juntamente com a ex-secretária de Planejamento, Lúcia Falcon, e a deputada estadual Ana Lúcia, pois temos interesse de que essa área seja ambientalmente preservada, com suas nascentes, e destinada toda para interesse social da população pobre da nossa capital”, declarou o deputado.

 

Durante a audiência foi proposto que seja criada uma comissão com participação de movimentos sociais e das famílias que ocupam a área, representantes dos governos federal, estadual e municipal. O objetivo é que se faça uma triagem e um cadastramento das pessoas que estão ocupando a área, para que todas sejam contempladas, assim como outras pessoas que já estão cadastradas pela Prefeitura de Aracaju. Uma representatividade de cada órgão e movimento irá acompanhar o andamento da questão.

 

Por Edjane Oliveira, da Assessoria de Imprensa