Deputado João Daniel homenageia Comandante Hugo Chávez


 

O deputado estadual João Daniel (PT) prestou homenagem ao Comandante-Presidente da Venezuela Hugo Chávez, que faleceu na terça-feira vítima de câncer. Em discurso na Assembleia Legislativa nesta quarta-feira, 5, João Daniel resgatou a história de luta do Comandante Hugo Chávez para construir a Revolução Bolivariana na Venezuela, as transformações sociais ocorridas a partir da Revolução e a importância desta luta para uma nova configuração geo-político na América Latina e no mundo.

 “Com certeza, a luta do Comandante Hugo Chavéz e do povo venezuelano mudou a história da América Latina, do mundo. Como ele sempre fez questões de dizer, e o que para mim é a melhor maneira de homenageá-lo, o companheiro Hugo Chávez é um grande socialista. Em nome dos movimentos sociais, da Via Campesina, do Partido dos Trabalhadores, registro a importância da luta do povo venezuelano e do Comandante Hugo Chávez para a construção de uma América Latina livre, soberana, socialista”, afirma João Daniel.  

O deputado também falou sobre a relação que o Comandante tinha com o Brasil e com o povo brasileiro, citando declaração oficial da presidente Dilma Rousseff: “Hoje reconhecemos uma perda irreparável, sobretudo, a perda de um amigo do Brasil, de um amigo do povo brasileiro. (…) Lamentavelmente, infelizmente e com tristeza eu digo para vocês que morreu um grande latino americano, o presidente Hugo Chávez. Essa morte deve encher de tristeza todos os latinos americanos. O presidente Chávez foi sem dúvida uma liderança comprometida com o seu país e com o desenvolvimento dos povos da América Latina”.

O enterro do Comandante-Presidente Hugo Chávez ocorre na sexta-feira. Assume o vice-presidente Nicolás Maduro, até uma nova eleição: “Nenhum de nós é Chávez. Somos todos filhos dele, somos seus seguidores (…), mas podemos juntos chegar ao que ele significou para nossas vidas”, disse Maduro à TV estatal venezuelana. “Somente juntos poderemos garantir o futuro desta pátria”, afirmou Maduro, estimando que o chavismo se sente órfão e com um “sentimento de grande vazio que apenas a solidariedade pode preencher”.