“Classe trabalhadora não se renderá diante de impeachment”, afirma João Daniel


Aracaju, 17 de setembro de 2015

 

Em um discurso forte, o deputado federal João Daniel (PT/SE) defendeu a presidenta Dilma Rousseff da tentativa de golpe que tenta impor a oposição e alertou que classe trabalhadora não aceitará o impeachment. “Não se enganem! Esse impeachment terá cor de sangue, porque as ruas dirão que a classe trabalhadora não se renderá, não se curvará e não baixará a cabeça”, afirmou o deputado na tribuna da Câmara, na sessão desta quinta-feira, dia 17.

 

Durante seu pronunciamento, o deputado registrou a clareza dos movimentos sociais com relação ao papel do governo federal, em especial da presidenta Dilma, de ser firme e forte para conduzir um grande projeto, um grande programa para o país. João Daniel observou que é muito diferente a situação que levou ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor e a tentativa agora contra a presidenta Dilma.

 

“A presidenta Dilma tem história e teve sua formação na história de luta do povo brasileiro. Uma mulher íntegra, de moral, de ética inabalável e inatingível. O que passa hoje a presidenta Dilma é a humilhação contra as mulheres, pelo preconceito daqueles que por dentro têm a força do fascismo, a força da direita, que sempre, neste país, fez golpe. É o golpe pela manutenção do povo na miséria, para os ricos ganharem mais”, afirmou.

 

João Daniel também lamentou os comentários acerca do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ouvidos quase que diariamente no plenário da Câmara. “Quando alguém fala mal de Lula, fala mal dos pobres, fala mal da classe trabalhadora, faz isso por conta do preconceito que parte da elite brasileira sempre teve contra o povo e contra as suas conquistas, para não lhe dar direito à educação, à saúde, à moradia, à energia e a ser gente com dignidade”, observou.

 

Segundo o parlamentar, foi depois de oito anos de governo do presidente Lula que as mulheres e os homens da região semiárida, da região seca do nosso país, nos quatro cantos do nosso Brasil, passaram a ser respeitados, tiveram acesso a políticas públicas e hoje podem andam de cabeça erguida.

 

Por Edjane Oliveira, da Assessoria de Imprensa

Foto: Márcio Garcez